
A banda Celeste, formada há pouco mais de um ano em Porto Alegre, lançou na última semana o single Luz. Com o perdão da redundância, a música é iluminada e brinda o ouvinte com um clipe de autoria magistral de Fábio Alt.
Formada por Lucas Hanke (Cabelo) na guitarra, Christiano Todt (Melão) na guitarra e nas teclas, Dyego Gheller no vocal e no baixo e Lucas Giorgetta com as baquetas, Celeste surge da união de amigos e velhos conhecidos de outros projetos. Sem rótulos, a banda quer poder provar da liberdade de transitar pelos mais variados estilos, olhando o universo da arte em expansão.
“A gente pensou em fazer um som que dialogue mais com o psicodelismo, com música brasileira, com as coisas que a gente não consegue fazer com as nossas bandas”, disse Melão, em entrevista ao Set Guaíba. “É uma maneira para a gente beber de outras influências sem atrapalhar a estética de outros projetos que a gente tem”, complementou Dyego, parceiro de Melão na Cartolas.
Cabelo finalizou: “Tanto a Cartolas quanto a Identidade trabalham em uma estética de som. E também é difícil entrar no mundo de bandas que já tem mercado, já tem público. Então tu consegue – com novas ideias, novas pessoas – ter esse diálogo de experimentar novos sons, novas bandas… É bem legal conseguir colocar pra fora várias coisas que tu não conseguiria em outros projetos”.
Single e lyric vídeo já estão disponíveis em todas as plataformas digitais, via Marquise 51. Como eu já dizia, Luz é iluminada e fala, de forma delicada, da frenética ânsia de viver tudo, contrastada com o presente.
“Quem pode segurar? A vida anda de presa, presa e sem ar”, diz trecho da canção. Luz ainda traz um alerta em forma de conselho: “A rotina, um corte. Desata o peso, emana luz. E vai à luta”.
Na agenda da banda, shows nos dias 16 de fevereiro em Atlântida (no ATS Festival Morrostock), 21 de fevereiro em Santa Maria (no festival Morrodália) e entre os dias 13 e 15 de março em Riozinho, (no festival Balaida, na cascata do Chuvisqueiro).

Sensibilíssima, Camila. Obrigado pelo relato e serviço. LUZ! Abração. Dyego Gheççer
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Gheller***
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A Celeste lembra, um pouco, a banda o Teatro Magico. Um tom “mais cru”, os synths oitentistas embelezantes e as nuances de algo simples. A música é simples. Ótima banda e que possam crescer.
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